


Noturnos
Sinistros
Andantes
Observando
Onde quer que vá, eles estarão lá
Para onde quer que olhe...elas estarão lá
O frio que você sente quando caminha no escuro
É o hálito gélido das criaturas
Olhos que acompanham
Seguem, perseguem
E nunca deixam que ande sozinho
Em dias de chuva elas andam com você
Em dias de sol, elas se escondem nos becos
No escuro de seu quarto tens a sensação
de que alguém passou na porta
No silêncio da madrugada, sons te despertam
São as criaturas que te olham
Que te desejam
Que velam teu sono
E quando acordas assustado
São elas que te tocaram a face
Foram seus dedos gélidos
E o arrepio que sentes
É o sussurro da promessa
De um dia...ou noite
Deixar que olhe em seus olhos
E escolha a obscuridade também
Não há como fugir
Elas estão lá o tempo todo!

Quando um morto caminha
Paranóia
Quando eu penso que não sou confiável
Esse sangue em minhas mãos eu não posso negar
Um zumbido no meu ouvido me enlouquece
Mas não vou olhar para trás
Enquanto espero para morrer
Não vou olhar para trás
Num estranho conto
Eu vou supportar
E a esperança no meu coração está seca
Mas não vou olhar para trás
E não posso replicar
Não vou olhar para trás
Enquanto espero para jazer
Eu vou suportar
Enquanto eles querem decidir por mim
Mais uma vez
Vivendo na jaula deles
Estão me matando
paranóia
Que eu penso que não sou confiável
Uma rala esperança que queima na minha respiração
Um sorriso amargo me satisfaz no fim
Eu tentei matar a dor
Mas só me trouxe mais
(tanto mais)
Eu deitei morrendo
E eu estou derramando, pesar carmesim e traição
Eu estou morrendo
Orando
Sangrando
Gritando
Estou muito perdido para ser salvo?
Estou muito perdido?
Meu Deus! Meu torniquete
Me retorne à salvação
Meu Deus! Meu torniquete
Me retorne à salvação
Você se lembra de mim?
Perdido a tanto tempo
Você estará do outro lado?
Você me perdoará?
Eu estou morrendo
Orando
Sangrando
Gritando
Estou eu muito perdido para ser salvo?
Estou eu muito perdido?
Meu Deus! Meu torniquete
Me retorne à salvação
Meu Deus! Meu torniquete
Me retorne à salvação
(Me retorne a slvação)
(Eu quero morrer)
Meu Deus! Meu torniquete
Me retorne à salvação
Meu Deus! Meu torniquete
Me retorne à salvação
Minhas feridas choram pela sepultura
Minha alma chora por lebertação
Serei eu negado?
Cristo! Torniquete! Meu suicídio.
Os morcegos voam durante a madrugada.
E com eles levam minha alma aos pedaços.
Eu não tenho coração.
Ele sangrou e de tanto odiar me deixou sem sentimentos.
Me deixou sem saber se estou no fim do mundo ou no inferno.
Esta vida me deixa louca.
E a cada dia eu tenho a certeza.
De que somos felizes apenas na hora de nossa morte.
Pois a alma se libertará.
E nosso corpo flutuará como uma folha seca de outono
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